SRN, Buteco.
Vivemos num país onde é pecado ter sucesso.
Em maiores e
menores proporções, assistimos diariamente demonstrações de inveja e até ódio
contra pessoas que vencem na vida com esforço de seu trabalho
.
Desde o grande empresário, que é acusado de exploração,
sonegação e qualquer outro “ão” disponível, até o rapaz atendente de loja que economiza até o
ultimo centavo de seu salário para trocar de carro e, quando o faz, a
vizinhança repete jocosamente pelas suas costas que ele deve estar traficando.
No futebol não é diferente.
Vivemos a sui generis situação onde os clubes que tem melhor
estrutura se preparam para retornanr as atividades, e é assim que tem que ser.
Porém, o Flamengo, o melhor desse grupo, o mais estruturado,
recebe ataques diários da imprensa e de seus "coirmãos" .
Simplesmente porque é mais rico, tem mais sucesso e ganha
mais da TV, bilheteria, patrocínios...
Quando o clube fez o
corte de funcionários , o mundo caiu em cima do direção .Os capitalistas sem coração jogaram 60 pais de família na rua.
Uma breve pesquisa pela concorrência e teremos as seguintes
noticias.
Alguns clubes demitiram funcionários(proporcionalmente muito mais que o Flamengo) , cortaram plano de
saúde de jogador, desativaram a categoria de base. E por aí vai..
Sequer citarei a questão de salários atrasados, problema
recorrente em alguns tantos ainda pré pandemia.
E essas mazelas sequer são levadas em consideração pela
mídia esportiva, que tem por objetivo diminuir o Flamengo, combater o correto, tem
ódio do que é certo ,
Essa mídia, tomada pelo mesmo espirito mesquinho que assola
a categoria em geral, dá voz a um lixo humano degradante, que utiliza como
argumento de debate a tragédia no CT.
A verdade é que a maioria dos clubes gostaria que não
houvesse futebol esse ano, pelo simples fato de que não tem condições de se
manter. Não pela Covid, mas pela gestão temerária de vários anos, que foram
expostas nesse momento de Crise.
Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Internacional, Bahia e Athletico
Pr. São esses , com o acréscimo de um ou outro que possa estar esquecendo, que
tem condições de seguir em funcionamento pelos seus próprios meios.
Os outros precisarão de ajuda externa, E, como sempre,
aguardam de boca aberta e pires na mão, que o estado venham lhe socorrer.
Enquanto isso, o Flamengo malvadão e genocida comete o crime
de querer o que a maioria esmagadora do país anseia.
Voltar a trabalhar.